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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Governo apresenta obras na Região de Lisboa

O Primeiro-Ministro, José Sócrates, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e o Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, visitaram [ontem] as obras do Itinerário Complementar (IC) 30 e IC16 – que integram a Concessão Grande Lisboa – bem como as do IC17/CRIL (Circular Regional Interna de Lisboa).

O IC17 – CRIL é outro eixo estruturante prestes a ser concluído. Recorde-se, a propósito, que o Programa das Novas Acessibilidades a Lisboa – apresentado por este Governo – apontava quatro prioridades: a conclusão da Concessão Grande Lisboa, do Eixo Norte/Sul, o alargamento do IC19 e a conclusão da CRIL. Dois dos objectivos estão cumpridos: Eixo Norte/Sul (obra pronta em Outubro de 2007, a que correspondeu um investimento de 56,4 milhões de euros) e alargamento de duas para três vias do IC19 (concluído em Outubro de 2008, com um investimento estimado em 28,3 milhões de euros); dois estão em obra e a poucos meses da sua total execução: Concessão Grande Lisboa e CRIL. Em curso está também o alargamento da A8 entre a CRIL e a Malveira, que custará 65 milhões de euros e deverá ficar pronto em 2010.

Para fechar o anel do IC17 – CRIL entre Algés e Sacavém falta concluir o lanço que liga Pina Manique à Pontinha, com uma extensão de 4,5km a que corresponde um investimento de 112 milhões de euros.

Os estudos relativos a este troço tiveram início há mais de 40 anos com a elaboração do Estudo Prévio que veio fixar o corredor para a via. Em 1969 avançou-se com o Ante-Projecto (Planop). O Projecto de Execução começou a ser feito na década de 80, tendo a primeira versão sido apresentada em 1993. Mas foi sendo sucessivamente alterado porque não obtinha a concordância das entidades envolvidas no processo. Em 2006, treze anos depois, este Governo avançou com uma solução que pela primeira vez mereceu a concordância das três Autarquias abrangidas pelo novo troço – Lisboa, Amadora e Odivelas – para além de minimizar os impactos sociais, acústicos, visuais, paisagísticos e patrimoniais.

A conclusão da Circular Regional Interna de Lisboa com a necessária salvaguarda de monumentos como o Aqueduto das Francesas e das Águas Livres vai permitir retirar tráfego do interior da cidade: estima-se a redução de 40 mil veículos/dia na 2.ª Circular, o que representa menos 25%. O lanço que liga Pina Manique à Pontinha retirará ainda 33% do tráfego que circula na CREL e 20% da Calçada de Carriche. Para além desta vantagem, a CRIL possibilitará requalificar zonas urbanas degradadas, criando espaços de lazer com zonas verdes, e diminuir os níveis de ruído e poluição atmosférica na capital.

Obras em curso empregam 32 500 trabalhadores

Os empreendimentos rodoviários em curso em 2009 empregam 32 500 pessoas: 27 mil postos de trabalho directos e 5500 indirectos. 82% destes trabalhadores (26 650) são portugueses; 18% (5850) são estrangeiros. 3900 (12%) são quadros superiores; 4550 (14%) são quadros médios e 24 050 (74%) são operários e auxiliares.

As pequenas e médias empresas (PMEs) absorvem a maior fatia do bolo: 26 mil empregos. As construtoras representam 53% dos postos de trabalho (17 225), seguindo-se os fornecedores de material com 15% (4875 empregos) e os prestadores de serviço com 6% (1950 empregos). As empresas projectistas e as de fiscalização surgem na cauda da lista, ambas com 3% (975 empregos).

As grandes empresas representam 6500 trabalhadores: 3250 ao serviço de construtoras e igual número ao serviço de fornecedores diversos.

Melhores vias, menos sinistralidade

A construção de melhores vias induz uma forte redução da sinistralidade rodoviária. Lisboa não é excepção: entre 2004 e 2008, a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional (PRN) neste Distrito cresceu 10% (de 62 para 72%), verificando-se em igual período uma diminuição de 26% (de 126 para 93) das vítimas mortais.

Fonte: Portal do Governo

Consulte o ficheiro (pdf) das Novas Acessibilidades da Grande Lisboa.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Formas alternativas de mobilidade urbana

Florianópolis lidera um movimento mundial para incentivar o uso de meios de transporte alternativos em relação ao automóvel. Escolhida pela Rede Mundial de Cidades pela Mobilidade Urbana para coordenar o grupo temático sobre transportes não motorizados, a capital catarinense vai sediar a Semana Internacional da Bicicleta no período de 20 a 25 de abril.


O evento pretende discutir projetos e apresentar experiências de sucesso no Brasil e no mundo tendo a bicicleta como transporte modal. A promoção é da Prefeitura da Capital e Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), em parceria com o International Bicycle Consultancy - IBC (Holanda) e com. a Rede Mundial de Cidades (Stuttgart/Alemanha) – órgão que congrega 411 membros de 60 países.

Fonte: Portal da Ilha

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Novas respostas urbanas

A GM e a Segway desenvolvem um protótipo de dois bancos e apenas duas rodas, acionado eletricamente, denominado “Projeto P U M A” (Mobilidade e Acessibilidade Pessoal Urbana – traduzido para o português).

O projeto permitirá que as pessoas se desloquem nas cidades de uma maneira mais rápida, segura, silenciosa e limpa – a um custo bem mais baixo. O veículo ainda reúne forma, diversão, rede de relacionamento e design criativo.

O protótipo do -Projeto P.U.M.A.- integra uma bateria de íons de lítio, gerenciamento de energia digital inteligente, equilíbrio sobre duas rodas, motores elétricos duplos das rodas e uma interface de usuário redutível que permite a conectividade externa. O resultado é um conceito funcional e avançado que demonstra a capacidade da tecnologia hoje existente.

Construído para transportar dois passageiros, ele pode rodar a velocidades de até 56 km/h, com uma autonomia de até 56 km entre as recargas.

Leia, aqui, toda a notícia.