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quarta-feira, 18 de março de 2009

Governo defende salários

O ministro do Trabalho está contra os cortes salariais, defendidos por alguns economistas, para travar o desemprego.

Na intervenção de encerramento do primeiro dia da conferência “Crise, Justiça Social e Finanças Públicas”, Vieira da Silva declarou que não é adepto de políticas radicais e que uma política de reduções salariais levaria o país a uma ruptura social.

Para o governante, a solução é apostar no realismo e na contratação colectiva.

É preciso dinamizar a economia interna e, para isso, é preciso que as pessoas tenham rendimentos, sublinhou Vieira da Silva.

Fonte: RR

Leitura da crise II

João Proença mostra-se preocupado com o aumento da taxa de desemprego este ano

O secretário-geral da UGT admite que os sindicatos possam negociar aumentos salariais ou adaptabilidade de horários em troca da garantia da manutenção dos postos de trabalho. Reduções salariais é que não, frisa João Proença.

Fonte: AF

Leitura da crise I

A consultora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Teresa Ter-Menassian, considerou esta terça-feira que o aumento dos salários da função pública não é uma medida adequada nesta altura de crise.

A especialista defende a aplicação de medidas de estímulo orçamental temporárias e reversíveis. O aumento dos salários da função pública não é nem uma coisa, nem outra.

Na conferência «Crise, justiça social e finanças públicas» que decorre na Faculdade de Direito de Lisboa, Teresa Ter-Menassian sublinhou que falava em seu nome pessoal e não em nome do Fundo Monetário Internacional.

Fonte: AF