O nosso país ocupa este ano o 34.º lugar numa lista de 57 países que fazem parte do World Competitiveness Yearbook, organizado pelo Institute for Mangement Development.
A subida de três posições, face a 2008, é vista pelo coordenador do Plano Tecnológico, Carlos Zorrinho, como a prova de que as medidas que este Plano, em particular, tem posto em prática estão a ter resultados positivos.
"O que este ranking mostra é que Portugal, ao contrário da União Europeia, ganha competitividade neste contexto de crise. O que significa que as medidas estruturantes, como o Plano Tecnológico, estão a dar os seus frutos", frisou Carlos Zorrinho.
Neste ranking, que analisa factores como a performance económica, as infra-estruturas tecnológicas e básicas, o enquadramento institucional, educação, etc., Portugal está no grupo de cinco países da UE que mais melhoraram a sua posição. Atrás do nosso país ficaram Espanha, Itália e Grécia, permitindo a Portugal situar-se como o país mais competitivo do Sul da Europa. À semelhança do nosso país, Alemanha e Suécia também progrediram três posições. Entre os 24 países da UE do ranking, Portugal ocupa a 16.ª posição, dois lugares acima do que em 2008.
Salientando que o World Competitiveness Yearbook analisa "tudo o que é fundamental para a competitividade", Carlos Zorrinho, defende que este resultado mais do que ajudar o país no contexto internacional deve ser um estímulo para os portugueses.
"Não há razões para que os portugueses não tenham esperança no futuro", perante as melhorias que o país está a verificar a este nível, referiu o coordenador do Plano Tecnológico.
Fonte: JN
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Trichet admite nova baixa nas taxas de juro
O presidente do BCE admitiu que pode haver uma nova descida das taxas de juro da instituição. Após anunciar a baixa das taxas para o mínimo histórico de um por cento, Jean-Claude Trichet disse esperar uma recuperação económica em 2010.
O presidente do Banco Central Europeu admitiu, esta quinta-feira, que ainda pode haver uma nova descida nas taxas de juro, isto depois de a taxa directora do BCE ter descido para um mínimo histórico de um por cento.
«Não decidimos hoje que o novo nível da nossa taxa política monetária era o mais baixo e que não passaríamos abaixo deste nível em qualquer circunstância futura», afirmou Jean-Claude Trichet, que considerou que esta taxa é agora à «adequada» à actual situação.
Quanto à evolução futura da economia, Trichet considerou que esta se deverá manter fraca para o resto de 2009, isto depois de um primeiro trimestre que foi «bastante mais fraco do que o esperado», antes de começar a recuperar em 2010.
O presidente do BCE anunciou ainda que foi decidido comprar títulos obrigacionistas denominados em euros para estimular a economia, por cerca de 60 mil milhões de euros, devendo as modalidades destas aquisições serem divulgadas após a reunião de 4 de Junho.
Fonte: TSF
O presidente do Banco Central Europeu admitiu, esta quinta-feira, que ainda pode haver uma nova descida nas taxas de juro, isto depois de a taxa directora do BCE ter descido para um mínimo histórico de um por cento.
«Não decidimos hoje que o novo nível da nossa taxa política monetária era o mais baixo e que não passaríamos abaixo deste nível em qualquer circunstância futura», afirmou Jean-Claude Trichet, que considerou que esta taxa é agora à «adequada» à actual situação.
Quanto à evolução futura da economia, Trichet considerou que esta se deverá manter fraca para o resto de 2009, isto depois de um primeiro trimestre que foi «bastante mais fraco do que o esperado», antes de começar a recuperar em 2010.
O presidente do BCE anunciou ainda que foi decidido comprar títulos obrigacionistas denominados em euros para estimular a economia, por cerca de 60 mil milhões de euros, devendo as modalidades destas aquisições serem divulgadas após a reunião de 4 de Junho.
Fonte: TSF
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Economia
segunda-feira, 4 de maio de 2009
BCE deve descer quinta-feira a taxa de juro para 1,0 por cento
O Banco Central Europeu deve descer quinta-feira a taxa de juro de referência da Zona Euro em 0,25 pontos percentuais, para um novo mínimo de 1,0 por cento, segundo analistas contactados hoje pela agência Lusa.
Na quinta-feira, o conselho de governadores do BCE deve baixar pela sétima vez, desde Outubro, o preço do dinheiro, para 1,0 por cento, o mínimo histórico da taxa de referência desde a criação da instituição monetária.
Num contexto de contracção da actividade económica e de queda da inflação, o BCE deverá voltar a reduzir a sua taxa de referência em 25 pontos base, de acordo a unanimidade das previsões dos analistas do BPI, BES, Santander Totta e do departamento de estudos do Montepio Geral.
"Estamos a prever que o BCE possa descer a taxa de referência em 0,25 pontos percentuais, de 1,25 por cento para 1,0 por cento", disse a economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho.
Fonte: Público
Na quinta-feira, o conselho de governadores do BCE deve baixar pela sétima vez, desde Outubro, o preço do dinheiro, para 1,0 por cento, o mínimo histórico da taxa de referência desde a criação da instituição monetária.
Num contexto de contracção da actividade económica e de queda da inflação, o BCE deverá voltar a reduzir a sua taxa de referência em 25 pontos base, de acordo a unanimidade das previsões dos analistas do BPI, BES, Santander Totta e do departamento de estudos do Montepio Geral.
"Estamos a prever que o BCE possa descer a taxa de referência em 0,25 pontos percentuais, de 1,25 por cento para 1,0 por cento", disse a economista-chefe do BPI, Cristina Casalinho.
Fonte: Público
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Factura do supermercado baixa pela primeira vez em cinco anos
Pela primeira vez em meio século, a taxa de variação homóloga do índice de preços no consumidor escreveu-se no mês passado com um valor negativo. Os analistas dizem que este é um fenómeno que veio para ficar, possivelmente até ao fim do ano, mas que é muito cedo para falar de deflação. Para já, asseguram, são só boas notícias para os consumidores.
Fonte: JN
Fonte: JN
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Euribor a seis meses subiu pela 1ª vez desde 9 de Outubro
A taxa Euribor a seis meses registou esta sexta-feira a primeira subida desde 9 de Outubro, na sequência do corte inferior ao esperado nas taxas de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE).
A Euribor a seis meses, principal indexante no crédito à habitação em Portugal, subiu para os 1,653%.
A taxa a três meses, mais usada nos créditos às empresas, caiu para os 1,479%, na 123ª descida consecutiva.
A Euribor a 12 meses aumentou para os 1,804%.
Ontem, o BCE baixou as taxas de juro de referência de 1,5% para 1,25%. A maioria dos analistas antecipava um corte para 1%.
Fonte: DD
A Euribor a seis meses, principal indexante no crédito à habitação em Portugal, subiu para os 1,653%.
A taxa a três meses, mais usada nos créditos às empresas, caiu para os 1,479%, na 123ª descida consecutiva.
A Euribor a 12 meses aumentou para os 1,804%.
Ontem, o BCE baixou as taxas de juro de referência de 1,5% para 1,25%. A maioria dos analistas antecipava um corte para 1%.
Fonte: DD
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Euribor cai abaixo da taxa de juro do BCE
Já a maturidade a 12 meses recuou para os 1,801%.
Em Março, a média mensal da Euribor fixou-se abaixo dos 2%, em todos os prazos, traduzindo-se numa descida da prestação para os contratos revistos em Abril.
As Euribor iniciaram um ciclo de quedas consecutivas em Outubro e, desde então, as taxas já caíram mais de um terço e tudo aponta para que as descidas se mantenham nos próximos meses.
Fonte: DE
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Economia
OCDE ainda vê mau tempo no horizonte
"Hemorragia económica" é a expressão com que a OCDE resume a situação mundial actual. O relatório que a organização apresentou esta terça-feira prevê ainda que a dívida pública portuguesa suba para 85,9% em 2010.
Recessão generalizada, representando "a pior crise desde há 50 anos" no Mundo, é o cenário traçado pelo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), ontem divulgado. A organização prevê, para este ano, uma recessão de 4,3% nos 30 países membros, mantendo ainda uma evolução de -0,1% em 2010. Na Zona Euro, a actividade económica deverá recuar 4,1%, este ano, e -0,3% em 2010.
O Banco Mundial confirmou, ontem, o cenário mais negro "desde 1929", prevendo uma descida de 1,7% do PIB dos países mais ricos, com a Europa de Leste e a Ásia Central na pior posição (-2% do PIB).
Fonte: JN
Recessão generalizada, representando "a pior crise desde há 50 anos" no Mundo, é o cenário traçado pelo relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), ontem divulgado. A organização prevê, para este ano, uma recessão de 4,3% nos 30 países membros, mantendo ainda uma evolução de -0,1% em 2010. Na Zona Euro, a actividade económica deverá recuar 4,1%, este ano, e -0,3% em 2010.
O Banco Mundial confirmou, ontem, o cenário mais negro "desde 1929", prevendo uma descida de 1,7% do PIB dos países mais ricos, com a Europa de Leste e a Ásia Central na pior posição (-2% do PIB).
Fonte: JN
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Economia
terça-feira, 31 de março de 2009
Taxas Euribor mantêm queda em semana de reunião do BCE
As estimativas dos economistas apontam para que a autoridade monetária volte a reduzir os juros já esta semana, com a maioria dos analistas a apontarem para que o presidente da autoridade monetária reduza os juros para os 1%.
Fonte: JN
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Economia
quarta-feira, 25 de março de 2009
Autarquias perderam 130 milhões de impostos em 2008
As câmaras municipais registaram, em 2008, menos 130 milhões de euros em receitas de impostos por causa da crise, refere o Diário Económico desta terça-feira.
Fonte: DD
Fonte: DD
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Poder Local
segunda-feira, 23 de março de 2009
BCE está preparado para descer mais as taxas de juro
O membro do BCE Axel Weber disse, este domingo, que a instituição está preparada para descer mais as taxas de juro para combater a pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial."As taxas estão nos 1,5% na Zona Euro e com tendência para descer", afirmou Weber numa conferência em Bruxelas, segundo a a agência Bloomberg, citada pela TSF.
"Temos margem de manobra", garantiu o mesmo membro do BCE, assegurando que o banco "está a usar essa margem de manobra".
No início de Março, o BCE desceu a taxa de referência em 0,5 pontos percentuais, para 1,5 por cento, com o preço do dinheiro a encontrar-se agora em mínimos desde a criação do banco. Desde Outubro, essa taxa já baixou em 2,75 pontos percentuais.
Com a aproximação das taxas de zero, discute-se qual a margem de manobra que o BCE tem ainda disponível para ajudar o sistema financeiro e estimular a economia.
Fonte: DE
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Economia
quarta-feira, 18 de março de 2009
Leitura da crise II
João Proença mostra-se preocupado com o aumento da taxa de desemprego este anoO secretário-geral da UGT admite que os sindicatos possam negociar aumentos salariais ou adaptabilidade de horários em troca da garantia da manutenção dos postos de trabalho. Reduções salariais é que não, frisa João Proença.
Fonte: AF
Leitura da crise I
A consultora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Teresa Ter-Menassian, considerou esta terça-feira que o aumento dos salários da função pública não é uma medida adequada nesta altura de crise.A especialista defende a aplicação de medidas de estímulo orçamental temporárias e reversíveis. O aumento dos salários da função pública não é nem uma coisa, nem outra.
Na conferência «Crise, justiça social e finanças públicas» que decorre na Faculdade de Direito de Lisboa, Teresa Ter-Menassian sublinhou que falava em seu nome pessoal e não em nome do Fundo Monetário Internacional.
Fonte: AF
terça-feira, 17 de março de 2009
Portugal regista inflação mais baixa da zona euro

Os preços em Portugal e na Irlanda foram os que menos aumentaram em toda a zona euro durante o mês passado, revelou hoje o Eurostat.
Fonte: DE
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